Quando eu acho que está tudo bem
E realmente nem sei se está
Me vem um dia nublado
Pintando tudo de cinza
Como um pós chaminé de trem
Porque me parece que todo dia nublado tem
Esse ar de que algo passou
O que ficou foi que ali está
Coisas que precisavam ir, mas por atraso
O trem não pode levar além
Ah!
Dia nublado, dia de ficar na estação
Esteja esperando ou mesmo desesperado
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
domingo, 26 de agosto de 2007
"Liberdade,igualdade e franternidade"
De braços abertos pra receber
Em mim, aos que dou de beber
Vem tomar no meu seio
Meu melhor
Que o que te faço com as mãos
Pode ser o pior
A configuração da santa
Sangra na não compaixão pela puta
Se alguém chora enquanto alguém canta
A maoir parte do mundo não escuta
Desfruta...
Sem se importar
Com aquele que luta
Dia-a-dia labuta
Mesmo nunca e nada irá ganhar
Pobre diabo lavrado
Encalescendo a mão no arado
Elas em mim mas parecem um lixa
Mas são bem vindas
Que na minha cama não haverá rixa
Apenas descanso e consolação
Porque a ti ofereço o que tenho
E ao que te padece ,pertenço
Só não tenho e nem posso oferecer salvação
Em mim, aos que dou de beber
Vem tomar no meu seio
Meu melhor
Que o que te faço com as mãos
Pode ser o pior
A configuração da santa
Sangra na não compaixão pela puta
Se alguém chora enquanto alguém canta
A maoir parte do mundo não escuta
Desfruta...
Sem se importar
Com aquele que luta
Dia-a-dia labuta
Mesmo nunca e nada irá ganhar
Pobre diabo lavrado
Encalescendo a mão no arado
Elas em mim mas parecem um lixa
Mas são bem vindas
Que na minha cama não haverá rixa
Apenas descanso e consolação
Porque a ti ofereço o que tenho
E ao que te padece ,pertenço
Só não tenho e nem posso oferecer salvação
sábado, 25 de agosto de 2007
Hilda e Malthus
Que que te faz
Deixar embutido
O que te é mais verdadeiro
Te queria inteiro
Porque duvido
Que fazendo isso esteja em paz
Espero que consiga respirar
Mesmo com o peito repriendido
Porque parece não lhe causar dor
Vou, levando o meu amor
Que ele aqui estará pedido
E sei que você não vai chorar
Também não vou, se quer saber
Fiz tudo, fiz o que podia
Até dizer que não era da minha conta
Onde será que desconta?
Esconde onde sua alegria?
Só me resta torcer
Pra que se dissipe seu medo de viver
Pra Ana menina
Foi Aninha que me disse
Meu bem não gosto de cê chorar
Pois prefiro o doce de tua saliva
De quando em vez sua boca beija a minha
Do que essa lágrima com o sal do mar
Ah!
Como não poderia sorrir
Quando Aninha me disse assim
Acho que ela gosta de mim
Mas agora tem que partir
Vendo minha morena ir
Estou sorrindo com vontade de chorar
Deus permita que essa vida
Que tanto tem chegada e partida
Não faça a gente se desencontrar
Ô!
Mar dobrou a volta do mundo
Traz notícia da minha
Pra sossegar o que no fundo
Só se aquieta na presença dela
Aninha...
O vento que vai tocar o seu cabelo
É meu suspiro
Escute com o carinho o seu susurro
Ele dirá que não te esqueci
Vendo seu rosto onde quer que me viro
Talvez se soubesse o quanto sofrida
Agora se faz minha canção
Animasse a voltar
Então que a saudade é um jardim repleto
De cabinhos de margarida
Te confesso que minha satisfação
Seria te avistar
Chegando com todas elas numa cestinha
Ai, Aninha!
Meu bem não gosto de cê chorar
Pois prefiro o doce de tua saliva
De quando em vez sua boca beija a minha
Do que essa lágrima com o sal do mar
Ah!
Como não poderia sorrir
Quando Aninha me disse assim
Acho que ela gosta de mim
Mas agora tem que partir
Vendo minha morena ir
Estou sorrindo com vontade de chorar
Deus permita que essa vida
Que tanto tem chegada e partida
Não faça a gente se desencontrar
Ô!
Mar dobrou a volta do mundo
Traz notícia da minha
Pra sossegar o que no fundo
Só se aquieta na presença dela
Aninha...
O vento que vai tocar o seu cabelo
É meu suspiro
Escute com o carinho o seu susurro
Ele dirá que não te esqueci
Vendo seu rosto onde quer que me viro
Talvez se soubesse o quanto sofrida
Agora se faz minha canção
Animasse a voltar
Então que a saudade é um jardim repleto
De cabinhos de margarida
Te confesso que minha satisfação
Seria te avistar
Chegando com todas elas numa cestinha
Ai, Aninha!
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Caymiano I
O barco já voltou pro cais
Cheio de peixe e de homem também
Eu gosto quando a onda vai
Mas melhor me faz quando ela vem
E já vou buscar o meu bem
Que a muito saiu pra pescar
Que ele possa encontrar na minha boca
O gosto doce que o mar não lhe dá
Sua pele bronzeada e quente
Na minha vem recostar
Não sei se a minha se esquente
Ou se a dele que vai abrandar...
Cheio de peixe e de homem também
Eu gosto quando a onda vai
Mas melhor me faz quando ela vem
E já vou buscar o meu bem
Que a muito saiu pra pescar
Que ele possa encontrar na minha boca
O gosto doce que o mar não lhe dá
Sua pele bronzeada e quente
Na minha vem recostar
Não sei se a minha se esquente
Ou se a dele que vai abrandar...
SAFARI
Poderia mugir
e até gostaria
Todos iam rir
desta minha ousadia
Pois quem á sorrir
seu lado mais irracional revelaria ?
Deveria assim agir
e manter-me mais sadia
Pois o tigre de mim não para de rugir
E quanto mais o sufoca meu peito, mais ele promove a
sangria
Posso ainda alegria sentir?
Como definir minha covardia?
O medo de descobrir
Onde o animal de mim pode ir
ou enfim constatar onde o eu homem jamais iria?
e até gostaria
Todos iam rir
desta minha ousadia
Pois quem á sorrir
seu lado mais irracional revelaria ?
Deveria assim agir
e manter-me mais sadia
Pois o tigre de mim não para de rugir
E quanto mais o sufoca meu peito, mais ele promove a
sangria
Posso ainda alegria sentir?
Como definir minha covardia?
O medo de descobrir
Onde o animal de mim pode ir
ou enfim constatar onde o eu homem jamais iria?
Grampolla e Emanuel
Unhas coloridas de vermelho
Afagam, doloridas, o cabelo
De quem se aconchegou no colo dela
Esse alguém que lhe entrou pela janela
E pela porta portadora de desejos
Em seus lampejos
Talvez queira muito mais mandar-llhe embora
Mas trôpega assim, ofega e ora
Pela força que quer para colocá-lo pra fora
Como nada demais, porém, nada além acontece
Tudo o que existe naquela prece
Se dissipa no ar, antes da noite acabar
No outro dia
Aguarda ela com alguma alegria
A possibilidade sombria
De novamente esse alguém lhe chegar
Amanhã é um dia que não confirma presença
E sua ausência não permite nostalgia
Melhor que não lhe diga que voltará outro dia
Seria uma brincadeira sombria, embora não convença
Afagam, doloridas, o cabelo
De quem se aconchegou no colo dela
Esse alguém que lhe entrou pela janela
E pela porta portadora de desejos
Em seus lampejos
Talvez queira muito mais mandar-llhe embora
Mas trôpega assim, ofega e ora
Pela força que quer para colocá-lo pra fora
Como nada demais, porém, nada além acontece
Tudo o que existe naquela prece
Se dissipa no ar, antes da noite acabar
No outro dia
Aguarda ela com alguma alegria
A possibilidade sombria
De novamente esse alguém lhe chegar
Amanhã é um dia que não confirma presença
E sua ausência não permite nostalgia
Melhor que não lhe diga que voltará outro dia
Seria uma brincadeira sombria, embora não convença
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
S.O.S.
Tira a minha pele
Tira meu baton
Tira minha roupa
e me rouba
Mais um suspiro
de vida
Tira o meu sorriso
Tira meu motivo
Tira meu nome
e me tome
Dessa solidão
vadia
Vem meu amigo
Vem com seu laço
Vem com os punhos de aço
Me tira da garra do monstro
Me lança no espaço
de um abraço
Hoje eu não quero nada
Hoje não quero ninguém
Hoje eu quero o resgate
Te espero onde fiquei
com tudo o que restou
E não houve desgaste
nas coisas que ninguém amou
Tira meu baton
Tira minha roupa
e me rouba
Mais um suspiro
de vida
Tira o meu sorriso
Tira meu motivo
Tira meu nome
e me tome
Dessa solidão
vadia
Vem meu amigo
Vem com seu laço
Vem com os punhos de aço
Me tira da garra do monstro
Me lança no espaço
de um abraço
Hoje eu não quero nada
Hoje não quero ninguém
Hoje eu quero o resgate
Te espero onde fiquei
com tudo o que restou
E não houve desgaste
nas coisas que ninguém amou
Palavras de ordem não deviam ser organizadas
Deviam sair em disparada
Como bois em manada
Explodidas e ovacionadas
Como fogos de artifício
A mistura da arte com o ofício
Que geram perplexicidade diante da beleza
Existindo de verdade
Palavras de ordem deveriam ter liberdade
Pra circular como ondas sonoras
Pra subir nas pernas das senhoras
Sobrivivendo á milhares de horas
ou, simplesmente desaparecer
Serem substituídas e melhoradas
Nunca morrer
Nem serem ignoradas
E o que dizem as palvras de ordem?
Bem não sei
Nem mal também
Porque eu não as digo
E raramente as ouço
Mas acredito
E louvo
Por algum motivo
Quero rugir minhas palavras de ordem
Para essa vida descompassada
Não se agarrar em mais nada
Deviam sair em disparada
Como bois em manada
Explodidas e ovacionadas
Como fogos de artifício
A mistura da arte com o ofício
Que geram perplexicidade diante da beleza
Existindo de verdade
Palavras de ordem deveriam ter liberdade
Pra circular como ondas sonoras
Pra subir nas pernas das senhoras
Sobrivivendo á milhares de horas
ou, simplesmente desaparecer
Serem substituídas e melhoradas
Nunca morrer
Nem serem ignoradas
E o que dizem as palvras de ordem?
Bem não sei
Nem mal também
Porque eu não as digo
E raramente as ouço
Mas acredito
E louvo
Por algum motivo
Quero rugir minhas palavras de ordem
Para essa vida descompassada
Não se agarrar em mais nada
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Divagando devagar
Eles estavam certos
Não em seus acertos
Mas em seus erros
Porque os erros são campos repletos
Enquanto os acertos,vivem em verdadeiros desertos
Todos sabemos que como homens
Sozinhos não vivemos
Não podemos aturar a nos mesmos
Sofrer as consequências dos nossos próprios erros
Visto que se sofremos, fracos ficamos
E se outros fraquejam, solução procuramos
Afim de ser-lhes a salvação
Para que aliviem nossa culpa em perdão
Que este sublime, nos redime
Sendo preciso lembrar
Que também é preciso estar forte para perdoar
Daí a necessidade de uma intervenção
Eis que essa salvação oferecida
Pode significar a subordinação diferida
Condenação disfarçada
Oportuna e comedida...
Acerto, erro dependem da ângulação
Está no homem o ato
Está na vida o fato
Depende tudo da intenção
Deus e sua invenção
Não em seus acertos
Mas em seus erros
Porque os erros são campos repletos
Enquanto os acertos,vivem em verdadeiros desertos
Todos sabemos que como homens
Sozinhos não vivemos
Não podemos aturar a nos mesmos
Sofrer as consequências dos nossos próprios erros
Visto que se sofremos, fracos ficamos
E se outros fraquejam, solução procuramos
Afim de ser-lhes a salvação
Para que aliviem nossa culpa em perdão
Que este sublime, nos redime
Sendo preciso lembrar
Que também é preciso estar forte para perdoar
Daí a necessidade de uma intervenção
Eis que essa salvação oferecida
Pode significar a subordinação diferida
Condenação disfarçada
Oportuna e comedida...
Acerto, erro dependem da ângulação
Está no homem o ato
Está na vida o fato
Depende tudo da intenção
Deus e sua invenção
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
Aureliano
Quisera ter as palavras do mundo
Mesmo que não possa dizê-las
Ainda que não deva comê-las
Quero seduzi-las
Ama-las
Como nunca amei mais nada
do que amei até agora
Como nunca me amaram
nem outro lugar, nem outra hora
São as palavras que me beijam
Movimentam minha língua
Elas que me descrevem bem
Dando rimas belas ás minhas ínguas
Palavras não deixam ninguém
É mentira pura dizer que está sem...
Ah!
As canções são palavras dançantes
Que valorizam os instantes e passam de mãos dadas
Mas não reparem...
Não precisam crer nessas minhas palavras
Elas podem dizerem-se caladas
Mesmo que não possa dizê-las
Ainda que não deva comê-las
Quero seduzi-las
Ama-las
Como nunca amei mais nada
do que amei até agora
Como nunca me amaram
nem outro lugar, nem outra hora
São as palavras que me beijam
Movimentam minha língua
Elas que me descrevem bem
Dando rimas belas ás minhas ínguas
Palavras não deixam ninguém
É mentira pura dizer que está sem...
Ah!
As canções são palavras dançantes
Que valorizam os instantes e passam de mãos dadas
Mas não reparem...
Não precisam crer nessas minhas palavras
Elas podem dizerem-se caladas
Conversível em alta velocidade
Pego a estrada e vou saindo
Acho caminhos enquanto vou fugindo
Parto coisas, partindo
A procura de chuva pra exorcisar
Á mim mesma
Sobremesa do mundo
Ambulante bife á milanesa
Estou aprendendo a chorar e a sorrir
Vários idiomas e formas
Muitos preferem chegar á sair
Mas eu não me ligo ás normas
Saio de si, indignada volto pra mim
E quando não é assim
Saio de mim, fico feliz e volto pra aí
Prepara minha chegada
Que em mim ainda estou de partida
Em dúvida, entre mais uma parada
Ou mais um episódio da vida
Estou variada, não iludida
Por isso sua receptividade
Não vai me deixar comovida
Quero noite sem lua
Noite de chuva
Meu travesseiro vai se molhar
Paredes ressecadas ao redor
Vão ficar com dó da minha dor
Nada além do silêncio vão me ofertar
Como não estou comovida
Vou me jantar
Estar farta e satisfeita ao te encontar
Acho caminhos enquanto vou fugindo
Parto coisas, partindo
A procura de chuva pra exorcisar
Á mim mesma
Sobremesa do mundo
Ambulante bife á milanesa
Estou aprendendo a chorar e a sorrir
Vários idiomas e formas
Muitos preferem chegar á sair
Mas eu não me ligo ás normas
Saio de si, indignada volto pra mim
E quando não é assim
Saio de mim, fico feliz e volto pra aí
Prepara minha chegada
Que em mim ainda estou de partida
Em dúvida, entre mais uma parada
Ou mais um episódio da vida
Estou variada, não iludida
Por isso sua receptividade
Não vai me deixar comovida
Quero noite sem lua
Noite de chuva
Meu travesseiro vai se molhar
Paredes ressecadas ao redor
Vão ficar com dó da minha dor
Nada além do silêncio vão me ofertar
Como não estou comovida
Vou me jantar
Estar farta e satisfeita ao te encontar
domingo, 12 de agosto de 2007
A verdade me veio através do seus lábios
Achei que fosse brincadeira
Mas hoje consigo ver que não
Sempre estou rastejando pelo chão
Implorando aprovação de supostos sábios
Que sabem manter-me enceradeira
E o fazem por paixão
Ou por própria satisfação
As paredes são de chapisco
Por isso me esfolo
A constância da dor acostuma
Nem mesmo sei o porque desse risco
Não tenho seu colo
Mas me viro com a cama, a pluma e la luna.
Achei que fosse brincadeira
Mas hoje consigo ver que não
Sempre estou rastejando pelo chão
Implorando aprovação de supostos sábios
Que sabem manter-me enceradeira
E o fazem por paixão
Ou por própria satisfação
As paredes são de chapisco
Por isso me esfolo
A constância da dor acostuma
Nem mesmo sei o porque desse risco
Não tenho seu colo
Mas me viro com a cama, a pluma e la luna.
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
My Sagitário
Prometo não sofrer
Prometo não racionalizar
Não vou pensar
Quando você me tocar
De tudo entre nós
Isso é o melhor que pudemos nos oferecer
Evitar o pesar de tudo,quando ficamos a sós
Entregar-se ao querer...
Prometo não racionalizar
Não vou pensar
Quando você me tocar
De tudo entre nós
Isso é o melhor que pudemos nos oferecer
Evitar o pesar de tudo,quando ficamos a sós
Entregar-se ao querer...
Amanhecer
Vou buscar o sol
Pra colocar um pouco de luz nesses olhos
Quero olhar no fundo
Enfim saber o que que tem
Vou buscar o lençol
Pra afofar a cama
Quero alimentar a preguiça
adiar minha saída pro mundo
Afim de que essa não se adiante
Se tornando assim um pouco fora de hora
Tenho um encontro marcado com a vida
E é claro que ela vem me buscar todo dia
Antes que eu acorde, ela se deita comigo
Mas se ás vezes tenho vontade de mandá-la embora
tratando-a como puta
Em parte é por tolice pura
Em parte é por agonia e atecipação de tortura
Mesmo sob a suspeita disso não se discipar
O sol, eu vou buscar
Dar um bom dia aos amigos queridos
Avisar que talvez seja tarde
Sem causar alarde
Vivemos sob o mínimo grau de conscientização
Pra colocar um pouco de luz nesses olhos
Quero olhar no fundo
Enfim saber o que que tem
Vou buscar o lençol
Pra afofar a cama
Quero alimentar a preguiça
adiar minha saída pro mundo
Afim de que essa não se adiante
Se tornando assim um pouco fora de hora
Tenho um encontro marcado com a vida
E é claro que ela vem me buscar todo dia
Antes que eu acorde, ela se deita comigo
Mas se ás vezes tenho vontade de mandá-la embora
tratando-a como puta
Em parte é por tolice pura
Em parte é por agonia e atecipação de tortura
Mesmo sob a suspeita disso não se discipar
O sol, eu vou buscar
Dar um bom dia aos amigos queridos
Avisar que talvez seja tarde
Sem causar alarde
Vivemos sob o mínimo grau de conscientização
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
De ponta em ponta
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Primeiro Passo
O primeiro passo é o mais titubiante
É o que mais arrepia
Seria ele o mais importante?
Será que dele dependerá a alegria?
Surpreende-me o quão grandioso pode se tornar um instante
Mesmo vivenciado rapidamente
Num pingo de tempo oscilante
É o que mais arrepia
Seria ele o mais importante?
Será que dele dependerá a alegria?
Surpreende-me o quão grandioso pode se tornar um instante
Mesmo vivenciado rapidamente
Num pingo de tempo oscilante
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