De braços abertos pra receber
Em mim, aos que dou de beber
Vem tomar no meu seio
Meu melhor
Que o que te faço com as mãos
Pode ser o pior
A configuração da santa
Sangra na não compaixão pela puta
Se alguém chora enquanto alguém canta
A maoir parte do mundo não escuta
Desfruta...
Sem se importar
Com aquele que luta
Dia-a-dia labuta
Mesmo nunca e nada irá ganhar
Pobre diabo lavrado
Encalescendo a mão no arado
Elas em mim mas parecem um lixa
Mas são bem vindas
Que na minha cama não haverá rixa
Apenas descanso e consolação
Porque a ti ofereço o que tenho
E ao que te padece ,pertenço
Só não tenho e nem posso oferecer salvação
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