Todo cantor provoca a própria dor
Ele afia a navalha nas cordas de seu violão
Depois enfia no coração e separa a parte
Onde o mal de amar mais arde
Toda canção é um rito, uma celebração
Dessa transição, dessa transformação
Onde todos jogam para fora
O que não estão bem certos de querer mandar embora
Tem gente que não chora
E tem gente que não sabe chorar
De quando em vez, cismo eu de me cortar
Pra ver se consigo acertar o pedaço meu que é seu
Mas sabe o que é?
Acho que sou mais você do que eu
E nessa poderia até me matar
Se quer saber...
Não quero me matar, quero viver contigo
Ao me cortar sangro tudo o que me tem de mais bonito
Vou tentando não escorregar dessa linha tênue
Do constante e eminente perigo
Estou perdendo o medo
Perdendo o freio
Posso não conseguir parar
Ele afia a navalha nas cordas de seu violão
Depois enfia no coração e separa a parte
Onde o mal de amar mais arde
Toda canção é um rito, uma celebração
Dessa transição, dessa transformação
Onde todos jogam para fora
O que não estão bem certos de querer mandar embora
Tem gente que não chora
E tem gente que não sabe chorar
De quando em vez, cismo eu de me cortar
Pra ver se consigo acertar o pedaço meu que é seu
Mas sabe o que é?
Acho que sou mais você do que eu
E nessa poderia até me matar
Se quer saber...
Não quero me matar, quero viver contigo
Ao me cortar sangro tudo o que me tem de mais bonito
Vou tentando não escorregar dessa linha tênue
Do constante e eminente perigo
Estou perdendo o medo
Perdendo o freio
Posso não conseguir parar
Nenhum comentário:
Postar um comentário