quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Do alto do céu ao fundo do mar


Sob a luz de um céu cheio de estrelas

Que mortas, ainda brilham

Sonhei demais

E nunca pude tocar

Precisava muito comê-las

Absorvendo a luz que irradiam

Para além de uma fome voraz

A escuridão densa, se dissipar

Morri sem sentir

Há quem queira mentir

No entanto, eu não

Abracei essa ilusão

Querendo-a vivi

Querendo-a parti

Sob as águas salgadas de um mar que guarda estrelas

Que para si não chamam atenção

Me afoguei em lágrimas e sais

E nunca poderia voltar

Nem tão pouco gostaria de detê-las

Saboreava, ainda assim, satisfação

Estrelas do mar não tem porto nem cais

São felizes á dançar

Morri porque vi

Feliz me senti

Por tocar essa ilusão

Na palma de minha mão

Extinguiu-se o querer

Que perturba o viver

Sereia trocaste as asas por nadadeiras?

Ou apenas trocou esperanças por aventuras derradeiras?


2 comentários:

Jornalistas, Publicitários, Artistas. disse...

BRAVO!!!!

não é paixão!

Ahhh eu dou giros que vão além de 360º todos os dias, pode acreditar!

Diogo Castro disse...

Sim, de fato.!

E meus giros que vão além de 360º graus são piruetas, sou bailarino! rs

bjão!